De acordo com a planificação, hoje é o dia da entrega do PRA já melhorado, o que acabei de fazer.
Conforme as indicações que recebi e que escrevi anteriormente, integrei todos os temas a que estava obrigado na Autobiografia o que elevou o número de páginas, de 17 para 40.
Este trabalho levou-me algumas “noitadas” e ocupou-me dois domingos. Estou exausto de tantas vezes o ter lido e rectificado.
Efectivamente foi a percepção com que fiquei, é a de que depois de incluir os temas no “fio condutor” de todo o desenvolvimento da Autobiografia, cada vez que se lê o que se escreveu há coisas a rectificar, a cortar ou a acrescentar.
Confesso que foi bastante difícil fazer esta compilação, estou mesmo ciente que este trabalho não está acessível à maioria das pessoas, e não deixo de estar convicto que mesmo muita gente com licenciatura, não o conseguiria fazer nem à primeira nem à segunda tentativa.
Agora terei de esperar a sua análise, feita pelos formadores e pelo técnico de RVC.
Não faço a mínima ideia de como irá decorrer a mais esta verificação, já que deu para ver que ela, apesar de ter um cariz muito objectivo, olhando para o pragmatismo da grelha da pontuação, parece-me que também poderá estar carregada de subjectividade, por parte de quem lê.
Com efeito, foi referido diversas vezes que não conta apenas a Autobiografia, mas também como está montado e organizado todo o PRA, bem como o tipo e nível das intervenções que se tem quando estamos em sala.
Sei contudo que três situações podem o correr:
a) O avaliador considera que o tema obrigatório foi devidamente abordado e atribui um crédito.
b) Entende que a forma como se abordou o tema ainda não tem o grau de profundidade adequada e atribui uma evidência, ou seja, que o candidato tem de ler a nota correspondente ao tema para procurar desenvolver mais o assunto.
c) Verifica-se que determinado tema obrigatório não foi abordado sequer e em nota pedem que o seja feito.
Por favor, não “baixem” os braços, nem sintam que o que atrás referi poderá ser desencorajador, antes pelo contrário, lembrem-se que neste processo não há “chumbos” e por isso se deve sempre manter a tenacidade e a “garra” para continuar.
Peçam ajuda, quer aos formadores, quer colocando aqui algum comentário. Acreditem que há um “mundo de mãos amigas” dispostas a ajudar e a apoiar.
Força!!!
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