sexta-feira, 30 de julho de 2010

Sessão de Jurí

Entrámos em sala em forma de "U" e ficámos em frente ao Júri que indiquei anteriormente.
A Técnica de RVC passou praticamente de imediato a palavra ao Representante da ANQ que fez questão, de forma muito simpática, de nos pôr à vontade referindo que não se tratava de um exame, mas uma conversa que deveria ser o mais descontraída possível.
Estava contudo muito interessado em três pontos essenciais: a) Porque tínhamos escolhido fazer o RVCC. b) Que tínhamos achado do processo. c) Que frutos iríamos tirar para o futuro.
Cada um de nós, fez a sua resenha e ele orientou cada exposição no sentido de uma troca da impressões, fazendo algumas perguntas dirigidas e não se escusando de colocar aqui e ali a sua visão pessoal ou uma ou outra experiência que também tinha tido no que se dizia.
Tentou sempre de forma subtil ajudar e orientar, explicando mesmo que para alguns havia saídas no Ministério da Educação para as suas aspirações.
Tudo se passou de forma agradável e mesmo amigável.
No fim a Técnica leu a cada um os créditos que tinha conseguido e o Presidente do Júri levantou-se e cumprimentou um a um, dando-nos os parabéns por termos tido sucesso.

quinta-feira, 29 de julho de 2010

Simulação de sessão de Jurí

Reunimo-nos com a Técnica de RVC, para nos dar a conhecer como será a sessão de Júri e quais os procedimentos.
Assim estarão presentes numa mesa os candidatos e numa outra mesa em frente A Técnica RVC, os Formadores das três áreas e o representante da ANQ - Agência Nacional de Qualificação.
Cabe ao Técnico de RVC a abertura que passa a palavra a cada um dos candidatos e cada um deve em cerca de 10 minutos :
1- Apresentar-se;
2- Falar do seu percurso académico;
3- Focar um tema que entenda realçar;
4- A razão porque escolheu o RVCC
5- Abordar a execução do PRA
6- O que se achou do processo
7- As perspectivas de futuro após RVCC
Com a certeza de que isto deverá ser feito de forma clara, sucinta e eficiente.
Poderão ainda ser-nos colocadas questões objectivas pelo avaliador sobre algo que queira ver realçado do que indicámos na Autobiografia.
Apesar de tudo isto poder criar algum nervoso nos mais desprevenidos, ficou claro que tudo aquilo se tratava de colocar um "fio condutor" no que cada um devia dizer e que não nos preocupássemos, porque o Júri nos ajudará se sem querer começarmos a divagar.

segunda-feira, 19 de julho de 2010

Nona coisa a fazer - Reflexão Final

A nossa autobiografia está finalizada, os formadores validaram os “Trabalhos Autónomos” que efectuámos, no entanto podem ainda pedir-nos que façamos desenvolvimentos escritos sobre textos ou notícias.

Nas reuniões o formador apoiado em textos que distribui aborda um ou mais temas solicitando a participação dos presentes.

Após se discutir bastante sobre o assunto, pede-se a cada um para responder em sala a um conjunto de questões que as folhas distribuídas contêm. Afere-se assim o que se escreve a quente, sem consulta à internet, ao conhecido “copy” “paste”, longe do computador e do seu magnifico sistema de correcção automática do português.

O manuscrito que se escreve em sala é avaliado, pelo já conhecido sistema de créditos e será arquivado no separador de “ Actividades Desenvolvidas no Âmbito da Formação Complementar”.

Caso tenhamos já atingido os créditos necessários, é-nos pedido para efectuarmos um texto sobre a “Reflexão final” e outro sobre as “Perspectivas de futuro” e assim ficará completo todo o dossier.

segunda-feira, 12 de julho de 2010

Oitava coisa a fazer - Manter o foco

Esta é a mensagem que vos quero transmitir, nesta fase, “Manter o foco”.
Isto porque ao recebermos o Portefólio anotado, verificamos que temos de melhorar, rectificar, e até corrigir erros de português (os meus são quase sempre porque troco o sinal ao “à”, colocando-o como “á” que está errado ).
Para além disto, poderemos receber indicações que temos de abordar ainda alguns temas que faltam, ou como foi também o meu caso efectuar três trabalhos autónomos.
Cabe então aqui explicar o que são estes trabalhos autónomos. Começam por nos entregar uma folha em que comporta dois temas, cada um com quatro ou cinco itens.
Deveremos então após lermos cada um optar por um que dominemos melhor. Se verificarmos bem o tema que nos propõem, não só tem uma pequena introdução, como cada item que nos solicitam análise comporta uma questão.
Um exemplo: A gripe A foi uma pandemia que recentemente atingiu Portugal. 1) Refira o que é a Gripe A 2) Que sintomas apresenta 3) Como a podemos evitar 4) Que tipos de tratamento existe.
Naturalmente que teremos de fazer uma pesquisa ler em diversos sites o que lá se transmite sobre isso, parar para reflectir e começar a escrever por palavras nossas o que entendemos dessa leitura.
Podemos melhorar o texto incluindo umas quantas imagens relacionadas com o que dizemos.
Não esqueçam de anotar os endereços dos sites que visitam para apoio, para os designar na última folha do trabalho.
É natural que, chegados a esta altura, já se comece a sentir algum cansaço e podemos ser levados a “baixar dos braços”, mas o meu concelho é que façam um esforço por continuar a melhorar todo o trabalho que tiveram até aqui.
Tenham sobretudo em mente, que este é o nosso “suor” substitui um ou os três anos de escolaridade na obtenção do 12º ano e o que se está a pedir é apenas um pouco mais de tenacidade.

segunda-feira, 5 de julho de 2010

Sétima coisa a fazer - Entregar o PRA já melhorado

De acordo com a planificação, hoje é o dia da entrega do PRA já melhorado, o que acabei de fazer.
Conforme as indicações que recebi e que escrevi anteriormente, integrei todos os temas a que estava obrigado na Autobiografia o que elevou o número de páginas, de 17 para 40.
Este trabalho levou-me algumas “noitadas” e ocupou-me dois domingos. Estou exausto de tantas vezes o ter lido e rectificado.
Efectivamente foi a percepção com que fiquei, é a de que depois de incluir os temas no “fio condutor” de todo o desenvolvimento da Autobiografia, cada vez que se lê o que se escreveu há coisas a rectificar, a cortar ou a acrescentar.
Confesso que foi bastante difícil fazer esta compilação, estou mesmo ciente que este trabalho não está acessível à maioria das pessoas, e não deixo de estar convicto que mesmo muita gente com licenciatura, não o conseguiria fazer nem à primeira nem à segunda tentativa.
Agora terei de esperar a sua análise, feita pelos formadores e pelo técnico de RVC.
Não faço a mínima ideia de como irá decorrer a mais esta verificação, já que deu para ver que ela, apesar de ter um cariz muito objectivo, olhando para o pragmatismo da grelha da pontuação, parece-me que também poderá estar carregada de subjectividade, por parte de quem lê.
Com efeito, foi referido diversas vezes que não conta apenas a Autobiografia, mas também como está montado e organizado todo o PRA, bem como o tipo e nível das intervenções que se tem quando estamos em sala.
Sei contudo que três situações podem o correr:
a) O avaliador considera que o tema obrigatório foi devidamente abordado e atribui um crédito.
b) Entende que a forma como se abordou o tema ainda não tem o grau de profundidade adequada e atribui uma evidência, ou seja, que o candidato tem de ler a nota correspondente ao tema para procurar desenvolver mais o assunto.
c) Verifica-se que determinado tema obrigatório não foi abordado sequer e em nota pedem que o seja feito.
Por favor, não “baixem” os braços, nem sintam que o que atrás referi poderá ser desencorajador, antes pelo contrário, lembrem-se que neste processo não há “chumbos” e por isso se deve sempre manter a tenacidade e a “garra” para continuar.
Peçam ajuda, quer aos formadores, quer colocando aqui algum comentário. Acreditem que há um “mundo de mãos amigas” dispostas a ajudar e a apoiar.
Força!!!

segunda-feira, 28 de junho de 2010

Sexta coisa a fazer - Não desanimar

Hoje tratava-se de estar presente numa sessão de Reconhecimento que visava tomar conhecimento dos créditos obtidos pela entrega do Portefólio.
Convém explicar então o que são os créditos, a forma como são atribuídos e a sua distribuição por cada uma das três Áreas de Competências-Chave.
São precisos no mínimo 44 créditos para que o candidato obtenha a certificação.
Os créditos são distribuídos pelas três Áreas fundamentais do Referencial, a saber:
16 Créditos na Área Cidadania e Profissionalidade (CP);
14 Créditos na Área Sociedade, Tecnologia e Ciência (STC);
14 Créditos na Área Cultura, Língua, Comunicação (CLC).
A atribuição de um crédito corresponde à produção de evidências num determinado tema, sabemos já o que são temas pelo que foi indicado em textos anteriores.
Sabendo-se que as áreas de STC e CLC são consideradas “gémeas”, teremos então de obter 16 créditos a CP e 28 nas outras duas.
Gostaria agora de explicar o porquê do título. Iniciaria a sua justificação com o facto que temos de ter em conta que poderemos escrever uma Autobiografia de 200 páginas com as reflexões mais profundas sobre todas as competências adquiridas e vividas e sermos surpreendidos, por não ter com isso, obtido qualquer crédito.
O que aconteceu foi que nessa Autobiografia não abordámos qualquer dos temas obrigatório e assim sendo não ganhámos nenhum crédito.
Por esse facto aplico em título a palavra “desanimar”, já que será a primeira reacção que o cidadão comum, ao ver o esforço brutal que foi passar para o papel um percurso reflexivo que entendia recheado de competências adquiridas e não ver qualquer mérito qualitativo nesse trabalho, à luz do processo RVCC.
Teremos por isso que ter em conta os textos anteriores que escrevi e não nos esquecermos de, há medida que vamos avançando na exposição da nossa Autobiografia, ir incluindo temas que são propostos para que no final sintamos glorificado o nosso trabalho.
Por curiosidade vou indicar os meus créditos para verificarem quanta verdade há no que acabei de referir.
Lembro que a minha autobiografia foi entregue em 7 de Junho. Comportava 17 páginas que entendia bem estruturadas e com a abordagens a alguns dos temas com os quais me cruzei na minha vivência, tendo obtido os seguintes créditos.
CP - obtive 7 créditos em 16 mínimos
STC e CLC - obtive 3 créditos em 28 mínimos

segunda-feira, 21 de junho de 2010

Quinta coisa a fazer - Cruzar temas com a Autobiografia

A formação CP de hoje, muito mais do que esclarecer dúvidas tinha por base a ajuda no desenvolvimento dum tema, que podendo ser considerado "árido" e de difícil abordagem podia ser desmontado.
Na realidade na conversa que antecedeu a acção de formação, um dos presentes trazia o tema (Código de Trabalho) em causa para que pudesse ser abordado, o que facilitou a entrada do formador.
Com efeito ao Código de Trabalho foi aplicado um primeiro desmembramento, em Direitos e Deveres que tanto regem empregados e empregadores e a conversa em seu redor saltou dos contratos de trabalho para os códigos de conduta/éticos ou deontológicos.
Mesmo o organograma empresarial que inicialmente me parecia nada ter a ver com o tema em discussão por se situar num outro patamar muito mais funcional, tinha afinal enquadramento na sua vertente individual de evolução na carreira profissional que qualquer colaborador duma empresa aspira, passando-me por isso a fazer todo o sentido.
Foi-nos referido ainda que seria importante o desenvolvimento em três vertentes, a saber: 1º- Identificação (Análise) 2º - Comparação (vantagens e desvantagens) 3º - Acção (pro-actividade).
Depois de se navegar um pouco sobretudo sobre o primeiro e o segundo pontos o formador entendeu que deveríamos fazer um trabalho, dividindo-nos em dois subgrupos.
A ficha de actividade que nos entregou obrigava-nos à identificação de modelos de gestão, assinalarmos um organograma comparando-o com outros e indicar qual o que potenciaria uma melhor qualidade de serviços e projectos, mas não se ficava por aqui. Teríamos de abordar a relação entre princípios éticos e deontológicos, relacionando tudo com os tipos de modelos de gestão analisados inicialmente.
Lá nos tentámos reunir em grupos, começando a trabalhar o tema e o que resultou foi nada, já que se continuou a falar sobre toda a ficha e se abandonou a proposta inicial dos grupos.
Concluiu-se que deveríamos incluir toda a ficha apresentada na nossa Autobiografia. O que vou fazer.
Como nota final verifico que dos vinte e tal formandos iniciais restam apenas nove e estou convicto que a selecção natural que tem sido produzida, deve-se ao facto da dificuldade que a cada passo vamos verificando na discussão de temas e da complexidade que é transpor o que se sabe e o que se viveu para o papel.